Aaaaaahhhh!!!

Nesta noite de Domingo estou na iminência de soltar um grito estridente capaz de fazer tremer o planeta Terra. [Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh – pronto já está! Não sentiram?!? Não?!? Pois eu senti. E foi beeeemmm forte. Até saltei da cadeira. Lol].


É engraçado que, sempre que tento dar um passinho minúsculo à frente no caminho da minha vida, eis que algo ou alguém "oferece-me", de mão beijada, uma grandessíssima bofetada no lombo que faz-me dar 3-4 passos para trás. [pudera… também sou magra que nem a Olívia Palito!]Chiça… ¿Pero por qué ...?Por qué…?

Por que sou parva, parva, parva... Por que acredito na bondade de toda a gente. E desiludo-me no momento a seguir. Principalmente com people que me diz alguma coisa. ["Oh vida! Oh lélé... Quando é que aprendes?!? Esquece e segue em frente! Não dês demasiada importância a estas coisas."]. E dói tanto. Muito. Como se tivesse levado o maior soco da minha vida. Mas não há crise. "Siga a Marinha".

Amanhã é outro dia...

Xo xo G.G. (Lélé)

Who am I?!?


Ora aqui está uma boa pergunta... [Who am I?]


Coloco esta questão a mim mesma inúmeras vezes.

[a parte de ser porreira, divertida, maluca, "frita", estúpida, parva, e um sem número de adjectivos que caracterizam a minha ilustre pessoa já compreendi e aceitei]

Olho-me ao espelho e em tantas e tantas vezes não me reconheço. Não sei quem é a "outra frita" que está do outro lado. Não sei o que quer, o que ambiciona, o que despreza ou o que valoriza.

[provavelmente até sabe isso tudo, mas EU não. Gaja complicadinha aquela! Chiça... Então não se está mesmo a ver o que queres... Fritar a mioleira à malta, é o que é!]


Em tantas e tantas vezes, vejo-me reflectida numa imagem distorcida de mim mesma. Sinto-me um espectro. Um assumido espectro.

[mas um espectro bonito, tá?!? É que isto de ser feia todos os dias é chato!]

Contudo, é o meu espelho que me diz descaradamente e sem escrúpulos que personagem parvinha e ignorante consigo ser. É ele quem me abre os olhos (até os da alma) para a dura realidade. Quem fere os meus idílicos sentimentos sobre mim ou sobre os outros. É ele quem me elogia dos meus actos e "ataca" quando sou incoerente com o mundo. É ele quem me mostra a transparência da vida, do amor, da amizade e a escuridão nua e crua dos mesmos...


É ele o meu bem e o meu mal. O meu tudo e o meu nada. A minha dualidade real.


Por agora fico na inocente ignorância (e que me caracteriza tão bem) de não saber quem realmente sou. Mas vou descobrir. Dê lá por onde der, o meu espelho vai ter de confessar-me tal facto. Because I won't the cliche: who wont's the fairest one of all. [Instead, I really want to know Who am I?!? - I want facts, baby! F-a-c-t-s.]



Xo xo G.G. (Lélé)


Imagem tirada daqui

When the river flows in you...




Quero ser como tu...
[sim, como tu…]

Porque invejo quem és... cada pedacinho teu.

Também gostava que o rio fluísse em mim. [Só desta vez... Apenas uma vez... Assim não necessitaria mais de invejar-te...]


Porque tenho o corpo desprovido de Nada. O Nada flui em mim tal como o rio em ti.


Bebi dessa água do Nada para saber a fórmula do Tudo. Mas o copo estava vazio. Continha apenas umas manchas de esperança. Tentei absorvê-las uma a uma. Em vão. Elas desapareceram. Misteriosamente. [Bolas, já não vou conseguir ser como tu. O rio que brota em ti não quer fluir em mim.]. Mas como sou teimosa, ensaiei um plano mirabolante para “caçá-las”. Com o que tinha à mão. Pedi encarecidamente aos meus ocos mas perspicazes neurónios para imobilizar o copo enquanto as minhas delicadas mãos seguravam na colorida palhinha. Coloquei-a nos lábios e len-ta-men-te aproximei a dita cuja ao copo. Quando estava prestes a sugar o tutano das manchas, apercebi-me que as mesmas continham uma frase gravada. Com estranheza e estupefacção perante os meus olhos li o que estava escrito: “Tu és tu. Não podes ser outra pessoa. Sê o que quiseres, mas sê tu própria!”



A partir daquele irrisório episódio, decidira seguir o conselho das manchas do copo. Do teu copo. E procurei o meu.
__________

O meu copo começou a ficar menos vazio. E o rio fluiu em mim. [Não o teu. Fica descansado.]


pic by Finding_Neverland
Texto escrito para o Desafio de Junho: Fábrica de Letras
Tema: Estava Vazio

You’re just a kid… in your mind…


Foto: Google pics


E começo…




[a ver algumas melhorias em ti]






[a sentir que estás a começar a erguer-te]






[a gostar de olhar novamente para a tua vida]




Porque és uma…




c


r


i


a


n


ç


a*




[apesar da tua idade]

. Será que é agora que vais sair da tua dura carapaça?!?
Esperemos que sim!!!




Xo xo G.G. (Lélé)


* pelo menos comportas-te como tal (mas respeito isso). Tento entender-te, mesmo que seja complicado compreender as tuas atitudes perante a vida. Só quero [única e exclusivamente] que sejas FELIZ. Que encontres um rumo. Um sentido. Um Caminho. [Adoro-te e sabes disso!]

Nano-mini-micro-pequena-média e grande explosão interior... #1
















Foto: Lélé (dia de praia)


Hoje foi o dia em que reagi explosivamente…



… de alegria (1)

… de passione (2)


















Foto: Lélé (dia de praia)





… de frustração (3)

... de desilusão (4)



… de tédio (5)
… de indignatione (6)

(1) e (2) por ter ido à praia (proeza das proezas) com o meu Bá… para um lugar encantado e sem mirones por perto… J Tãaaaao bom!!! Amo-te. Por seres quem és… único…;) – por aturares a minha imprevisível pessoa.

(3),(4),(5) e (6) – com a mesma pessoa e por motivos rotineiros (tinha de ser. Mais tarde ou mais cedo, a bomba rebentava. Eu não sou de ferro. Também tenho os meus dias maus – contigo foi mau pelo que não tens feito a ti próprio, T. Por estares sempre à espera que seja eu a tomar as rédeas de tuuudo. Mesmo tuuudo. Enquanto vês a vida passar à tua frente. Sem que te esforces minimamente para agir. Não esperes que sejam os outros a viver por ti. Agarra-te ao que tens e segue em frente. Para teu próprio bem. E para bem da minha sanidade mental. Já não tenho forças suficientes para continuar a ajudar-te sem que o faças também. Não consigo ajudar quem não deixa ser ajudado. Não posso obrigar-te a mudar-te. Tens de ser tu a reconhecer que não estás bem. Naaada bem. ).





Foto: Lélé (dia de praia)


[Vociferei de vez o que sentia… {out loud}
e fez-me muuuuuito bem
!!! Oh se fez…]

Xo xo G.G. (Lélé)

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