Vêem?!? Nem no FB estou livre disto... =)

Acho que devia adoptar
uma nova estratégia
para este tipo de situações.
[do tipo: Eu até ia dormir,
mas como fui incomodada,
vou calar-me e, ao mínimo silêncio,
começo a gritar como uma louca,
só porque quero ver
os teus guinchos de medo. ^^)
Por isso, prepara-te!]





=)
Sou a tua sombra.
E neste momento apetece-me... bater-te?!?
Ou... jogar à bola com o teu cérebro de minhoca?!?
Só porque sim!
=)
[Juro que não vou mais pensar na(s) resposta(s) antes de responder a este tipo de questões. Prometo antes oferecer de bandeja a-q-u-e-l-a -(s) sugestão(-ões) que tiver na ponta da língua. Ah pois é!]

[Tic, tac... Tic, tac... Tiiiiiiic, taaaaaac. M#rda... Deixei-me dormir... ]

O dia de hoje não me poderia ter corrido melhor:

1º., cheguei atrasadíssima ao trabalho porque fiquei mais um "cadinho" na cama. Assim que acordei e reparei na hora "preguei" um salto tão grande da cama que quase ia "enfiando com as ventas no chão" ;

2º., levei o santo dia com imenso sono e com uma dor de cabeça equivalente, em extensão (ou quase, vá), ao terramoto de 1755;

3º., fiquei a saber que terei de fazer mais umas quantas horitas extra durante os próximos 3 dias (dass. Devo ter sido p%@# noutra vida, para estar a ser f0d#%& nesta);

4º., acabo de receber um telefonema de uma pessoa que me afastou da sua vida há uns tempos. Lembrou-se, assim de repente, que eu existia (boa... começo a aperceber-me que não sou assim tão invisível. Agora tenho mesmo a certeza de que fui p%@# noutra vida)

Eh...

Um minuto...

... vou só ali "deitar-me a afogar no caquêro das galinhas".


Prometo voltar. Com menos sismos na minha vida;)

Tarde de Domingo...

Depois de ter saído para ir beber café, apercebi-me que mais valia ter enfiado umas quantas pedras bem grandes numa mochila e seguir caminho. Bem, é que estava uma ventania d-a-q-u-e-l-a-s e uma pena como eu teria sido levada num abrir e fechar de olhos não fosse a minha persistência em fincar o pé no solo. ;)

Café tomado, segui viagem até casa. Liguei a tv e, voilá, o filme que estou a ver no momento é este - Ice Age 3:Dawn of the Dinosaurs... Sooooooooooo awesome... xD



Buck: [from trailer] Are you ready for adventure?
Crash, Eddie: Yes, sir!
Buck: For danger?
Crash, Eddie: Yes, sir!
Buck: For death?
Eddie: Uhh, can you repeat the question?

___________

Happy Halloween! ;)


Serenata à chuva numa manhã de Outubro


Lembro-me de ter acordado cedo num dia qualquer da semana passada. Após decidir o que vestir, saí de casa com vontade de voltar para a cama. [o que eu não dava para dormir mais algumas horinhas]. Os olhos acusam uma luz solar "escondida" pelas nuvens. Ainda a cambalear de sono, vislumbro poças de água na rua, vestígios de uma noite e manhã chuvosas. O cheiro da terra molhada acomoda-se alegremente nos meus sentidos ainda dormentes pelo acordar impertinente. Sorrio. Respiro fundo somente para deixar que o cheiro da chuva se entranhe em mim. Fecho os olhos e deixo que aquele odor continue a emaranhar-se no meu corpo, como se fosse um perfume. Começa a chover. Deixo que as primeiras gotas de chuva molhem a minha pele. Decido entretanto abrir a sombrinha e proteger-me das restantes gotas mais grossas que começam a cair. Não tivessse eu pressa de chegar ao destino e continuaria assim, à chuva, a cantarolar "I'm singing in the rain/ Just singing in the rain". Sem sono. Feliz e encharcada pela chuva. Sentindo o seu cheiro. Sentindo o cheiro da terra já molhada.


O cheiro da chuva também foi sentido na Fábrica de Letras
(tema do mês de Outubro: O Cheiro da Chuva)

Há um ano...




... percorri a Quinta da Regaleira pela primeira vez. Com a alma e o coração em êxtase, inebriada até ao tutano. Senti-me em casa. Na tua companhia, Bá! :)
Deu-me a sensação de que já lá tinha estado numa outra vida. Talvez.
Quero lá voltar!
Contigo...
Para sentir novamente arrepios bons à flor da pele! ;)




Caminha, como se já não tivesses destinos traçados...
Vagueia pelas encruzilhadas da vida...
Encontra-te entre o abismo e a certeza de existir... (by me)
--------------------------------------------
[O meu Bá na zona do Patamar dos Deuses]

Há alturas...

em que só tenho vontade de realizar certas e determinadas vontades que passam pelo meu cérebro de formiga ... Porque há certas pessoinhas que me fazem perguntas do género:



. "Tem palitos?"



A minha resposta:
Não, minha senhora.


O que penso dizer: Oh sua mumu, mas será que não tens erva para ir comer?!? Palitos tens tu. Que eu saiba ainda ninguém mos pôs. Dass *


______________________

. "Pode cortar-me ao meio?" (referindo-se a uma sandes que tem na mão)



A minha resposta: Concerteza.

O que penso dizer: Uai. Tão bom! Vou ser a versão feminina do Jack, o Estripador. (vou ser a Jackina, a estripadora. ;)


_____________________

. "'Tás cá hoje?"

A minha resposta: Achas?!? É só impressão tua. Eu sou a irmã gémea da Nélia. A gaja decidiu fazer gazeta hoje e ficou em casa, a dormir que nem uma real besta.


O que penso dizer: Não, sua múmia "desenculatrada". Esta que vês não sou eu. É um fantasma de mim mesma. E está aqui para te pregar o maior susto da tua vida. É que assim, escusas de perguntar se eu sempre estou cá ou não. Se realmente não me vês, então vai ao oftalmologista. Mas do susto não te livras. Buh!




[e depois dizem que eu não sou boa da cêpa.]
^^)

And now...



[e já o devia ter feito há mais tempo.
assim não teria de suportar tanta coisa cá dentro.
mas já chega! Uma coisa te garanto, T.:
"Hás-de cá bire! Caramelo!"

Depois de tudo, esperava mais de ti.
Agora, é a minha vez de dizer: diz-lhe que eu não estou!

Saí.
Por tempo indeterminado.

Vi em ti um irmão
.
Vi em ti alguém com quem partilhar os meus pensamentos.
E desiludiste-me.
(também te desiludi, acho eu!)
Talvez seja melhor assim. Cada um para o seu lado.

Mas, de qualquer das formas, desejo-te toda a sorte do mundo,
para onde quer que vás.
Segue o teu caminho
que eu seguirei o meu.
Com o Bá!
]

Ora toma... ;)


O Ti Zé Chaparro, aproveitando a viagem a Mértola, foi ao médico fazer um 'xécápi'.

Pergunta o médico:

- Sr. José, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.

- E eu disse que tinha 40 anos?

- Quantos anos o senhor tem?

- Fiz 57 em Março.

- Não me diga! E quantos anos tinha o seu pai quando morreu?

- E eu disse que meu pai morreu?

- Oh, desculpe! Quantos anos tem o seu pai?

- O velho tem 81.

- 81? Que bom! E quantos anos tinha o seu avô quando morreu?

- E eu disse que ele morreu?

- Sinto muito. E quantos anos ele tem?

- 103, e ainda anda de bicicleta.

- Fico feliz em saber. E o seu bisavô? Morreu de quê?

- E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana que vem.

- Agora já é demais! - Diz o médico revoltado.

- Por que é que um homem de 124 anos iria querer casar?

- E eu disse que ele QUERIA se casar? Não queria nada, mas engravidou a rapariga...!

Um pouco de mim…








Gosto do improvável e de ser improvável;
tenho receio do futuro e custa-me não-pensar no passado.
Mas vivo no presente.


  • As minhas memórias são boas e menos boas; tenho aprendido imenso com os meus erros: ajudaram-me a crescer. Metade do que sou hoje provém disso. A outra metade ainda está para e por descobrir…

  • Já chorei a ver fotografias antigas; já sorri com fotos recentes. E vice-versa.

  • Já dancei sozinha no meu quarto sem ter ninguém por perto, até não aguentar mais.
  • Já fiz figuras no meio da rua para toda a gente ver.







Já fui feliz, e continuo a sê-lo.


O meu amor é o meu suporte; a minha coluna vertebral.


Sem ele não consigo ser EU.

  • Já amei e fui amada, e continuo a amar. Já me amaram e eu não amei mas não desisti da vida por causa disso.
  • Já toquei às campainhas e fugi.
  • Já me queimei inúmeras vezes ao tentar fazer experiências caseiras.
  • Tenho um sexto sentido apurado e estou em constante busca da verdade.
  • Não sou adepta dos atalhos, da preguiça humana nem tão pouco da falsidade, da hipocrisia e da intolerância. (apesar de já o ter sido a long time ago).
  • Já caminhei muitas vezes sozinha por caminhos invisíveis.
  • Já falei com o espelho da alma para ver se ele conversava comigo uns minutos. Já falei com espelhos de roupeiros e a voz da consciência ter-me dito na altura: "Tás cada vez mais parva!".
  • Grande parte do que sou hoje, devo-o a muita gente; o meu coração pertence-lhes.
  • Já gritei em silêncio para o vento.
  • Já perdi muito na vida, mas já ganhei muito também.
  • Já fiz cócegas àqueles que amo só para os fazer rir.
  • Já sussurrei ao ouvido do meu mais-que-tudo e disse-lhe que o amava. Ele também já me fez o mesmo.

  • Já brinquei às escondidas com o meu EGO e à "cabra cega" com a alma.
  • Já chorei desalmadamente na casa-de-banho de um bar. Já ri sem parar na mesma.
  • Já pedi desculpa por ter errado. Já me pediram desculpa por terem errado.
  • Já conquistei e já fui conquistada.
  • Já falei com os meus amigos imaginários em criança. Já desabafei com os livros em adulta.
  • Já escrevi a tinta transparente no meu caderno da vida. Já expressei o que sentia ao sol e à lua.
  • Já calei quando devia falar e já falei quando devia ter estado calada. Falo demasiado (Defeito ou virtude? Ambos.).
  • Já raspei o fundo tacho da panela somente para tirar os restos de pudim.
  • Sou uma eterna sonhadora (vivo disso e para isso; é o meu ar respirável) e, embora seja pequena (baixinha, minorca e orgulhosa disso), penso sempre em grande.
  • Não gosto de julgar os outros e muito menos que me julguem. (apesar de já o ter feito).
  • Gosto da autenticidade dos amigos e da família e da diferença, da liberdade individual e colectiva, de moda e de todas as cores.
  • Já chorei de tanto rir e já ri de tanto chorar.
  • Já contei os segundos, os minutos, as horas para o TAL DIA… Já desejei não contar o tempo para o TAL DIA.
  • Já estive em lua-de-mel e em sol-de-mar. (lol).
  • Já fiquei depressiva. Já fiz com que a depressão fugisse a sete pés.

  • Já vesti os meus neurónios para eles não sentirem frio. Já os despi por sentirem calor.
  • Já me perdi e já me encontrei. (e volta-e-meia volto a fazê-lo outra vez).
  • Já tentei encontrar a TERRA DO NUNCA. Neste momento continuo à sua procura (e não desisto de fazê-lo).
  • Já provoquei tempestades de risos e furacões de choros.
    Gosto de abraços apertados das pessoas que mais amo.
    Gosto perfumes e odores, vicio-me em cheiros.
  • Gosto de brincar com as palavras e gosto que elas brinquem comigo.
  • Gosto de Teatro, de Expressão Dramática.
  • Sou muito temperamental, isto é, o meu humor varia com muita frequência e rapidamente.
  • Não gosto de desistir. Não gosto de chorar em público.
  • O tipo de música que me apetece ouvir está de acordo com o meu estado de espírito. Odeio certas monotonias; certas rotinas.
  • Gosto de dormir (e muito). Odeio acordar cedo.
  • Adoro fotografias e coisas doces.



  • Gosto de emoções fortes e de surpresas inesperadas. Sou uma pessoa forte e alegre por natureza.

    Gosto de mímicas e de estórias e de História. Gosto de escrever.

Gosto de ser criança. Gosto de desafios. Gosto de arriscar.

Gosto de café e de chá. Gosto de Caipirinhas e de Vinho do Porto.

  • Gosto de mim, de ti, de nós… Odeio quando não existe o EU, o TU e o NÓS.
  • Gosto de todo o tipo de literatura. Adoro ler, viajar, divagar…
  • Gosto de tudo e gosto de nada. Gosto da vida. Gosto de viver.
  • Gosto de andar sozinha. Gosto de andar acompanhada.
  • Gosto de estar sozinha. Gosto de ter companhia para conversar, rir, chorar, desabafar.
  • Gosto de incógnitas e de arranjar soluções para as mesmas.
  • Gosto de Sociologia (a minha área de estudos) e de Psicologia.
  • Gosto de estrelas, do mar, da lua, do sol, da chuva, do vento.
  • Gosto de todos os pontos cardeais.
  • Gosto de Tarot. Gosto da Natureza.

Gosto de gostar.

[E gosto de tantas outras coisas. E não gosto de outras tantas.]

Não quero me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Prefiro as fórmulas erradas e controlar o Erro (e aprender com isso).

Exercício...





Pego num pedaço de silêncio.
Parto-o ao meio, e vejo saírem de dentro dele as palavras que ficaram por dizer.
Umas, meto-as num frasco com o álcool da memória, para que se transformem num licor de remorso; outras, guardo-as na cabeça para as dizer, um dia, a quem me perguntou o que significavam.

Mas o silêncio de onde as palavras saíram volta a espalhar-se sobre elas.
Bebo o licor do remorso; e tiro da cabeça as outras palavras que lá ficaram, até o ruído desaparecer, e só o silêncio ficar, inteiro, sem nada por dentro.


[Nuno Júdice]
___________
E em silêncio permaneço. O Nuno deixou-se sem palavras. ;)

...

[E de que maneira! Por pensar demasiado nas situações, faz-me entrar em parafuso. Defeito ou feitio?!? Ambos. Talvez por ser como aqueles seres caninos pequenos, que têm todos os órgãos do seu corpo perto uns dos outros, que se enervam por qualquer motivo. Bolas para mim. Sou frita e basta! ;) Tenho de perceber de uma vez por todas que as coisas resolvem-se por si mesmas, com tempo e que algumas delas estão fora do meu radar de existência. Não quero conter sempre a mesma água no meu copo da vida. Quero que ele transborde para a água ser renovada/substituída. Descontroladamente. ;) ]

Segue o que sentes…

[click meu]

Sorri... com a alma
Eleva a tua auto-estima
Grita em silêncio
Ultrapassa a tua zona de conforto
Ergue pontes invisíveis



Orgulha-te de ti mesma/o

Quebra as barreiras do pensamento (ir)racional
Une todas as forças físicas e psicológicas numa só
Encanta os teus sonhos

Suspira em surdina ao teu próprio ouvido e diz que te adoras
Elege os teus momentos
Navega por mares onde nunca navegaste
Tatua a tinta invisível tudo aquilo que nunca queres esquecer
Elogia-te sempre
Silencia os que não gostam de ti



[by me]

_______

Quem me dera poder sentir/viver/assimilar (seguir o que sinto tudo) todos os dias. Contudo, tal vontade nem sempre acontece. Nestes últimos meses tenho-me sentido cada vez mais irritada/danada/saturada com certas e determinadas situações, pessoas mesquinhas (laborais, diga-se de passagem.). Malta de merda

[Quero a minha sanidade mental de volta. ]

Camouflage

ઇઉ

Ultimamente tenho tido uma enorme vontade de "escapulir" com o meu Bá para parte incerta. Camuflar-me para não saberem de mim. Não há pachorra suficiente para ouvir chamar o meu nome de 5 em 5 minutos. Qualquer dia farto-me dele e mudo de "residência nominal" de vez. Oh se mudo! E aprendo umas tácticas marciais para protecção pessoal. Assim deixam de chatear-me a móina num ápice (não são vocês que lêem o meu blog, meus queridos. Fiquem descansados. Mesmo que não comentem, eu sei que lêem qualquer coisa aqui... ;) )

O dia em que travei conhecimento com um lindo ruf-ruf row

[click meu]



Pois é... Já lá vai o tempo (9 meses, mais precisamente). Conheci-o ainda tinha 6 meses e, apesar de ser contra a minha vontade, foi amor à primeira vista. Tão lindo. Tão fofinho. Só apetecia dar-lhe miminhos a toda a hora. Tudo por culpa do Bá. Tem a mania de fazer aquelas surpresas "tcharan" e depois não se consegue ficar indiferente ou dizer-lhe que não.


Bolas, Bázinho do coração! És demais (chuac nessas bochechinhas!).


Assim que apareceu com um cãozinho lindão, cruzado de labrador com perdigueiro (ou será ao contrário?!? Whatever!), perdi-me de amores! A partir daí, não consegui resistir aos seus encantos. (Ainda hoje dura essa teima humana por um amiguinho canino)


Curiosidades sobre o ão-ão, de seu nome Hórus, mais lindo do universo:


. adora receber mimos (quem é que não gosta?!?);

. é ciumento a 100% (eu e Bá agarradinhos aos beijinhos é sinónimo de afastamento);

. papa-moscas a torto e a direito (com amiguinhos assim, quem é que precisa de um mata-moscas convencional?!?);

. amua quando ralhamos com ele (parecido com muita gente que conheço);

. venera pés (passatempo preferido);

. come pão com pão como se não houvesse amanhã;

. jinga (n)as pernas de qualquer pessoa (na puberdade... Credo! Demais! Efeito que tem perdurado no tempo);

. ressona imenso (apneia?!?);

. sofre de flatulência (de fugir a 7 pés. Como só tenho 2 - dah! para mim - não sei como escapar muitas vezes ao smell. Lol);

. arma-se em Carochinha. Quando a janela da sala está aberta, é vê-lo empoleirado no parapeito a apreciar a paisagem;

. and so on.
Para ti Hórus {se algum dia aprenderes a ler e se, por mero acaso,deres com este post}: a-d-o-r-o - t-e! Muuuuuitooooo.

Esta 3ª. foi dia de...

... acordar mais tarde do que o habitual (roam-se de inveja! lol);

... sair mais tarde do trabalho devido a horas extra - leia-se inventário (agora é a parte em que eu fiquei com inveja de quem saiu cedinho da sua activdade laboral para casa-café-and so on);

... ter o marido à espera para um jantar divinal (Entrada de Pão de Alho; Pizza Gourmet de Lagosta e Camarão e café - delícia!). O meu Bá é um encanto (cutchie-cutchie na bochecha esquerda);

... desabafar qualquer coisa no blog porque sim.



Boa noite a quem me lê

Há dias assim...

. impecáveis...
. divertidos...
. hilariantes...
. com vontade de mandar alguém para casa costurar os buracos das peúgas fedorentas e/ou das cuecas XXXL...


O dia de ontem foi assim... Estive num "Batzado" com o meu Bá, apesar de não ser (de todo) o meu"espaço de conforto" favorito (do Bá também não!) . Não tenho paciência para essas coisas. Pelo menos durante a cerimónia baptismal. Os "blá-blá-blá whiskas saquetas" feitos por certas e determinadas pessoas a respeito das indumentárias usadas por A, B ou C, durante a celebração, dão-me volta à cachimónia. A sério. Façam-no, sim senhora, mas bem longe dali. Que vejam ou pensem que A está bem/mal vestido(a) é uma coisa. Agora cochichar audivelmente com o vizinho do lado sobre isso, tenham dó. Principalmente se as pessoas em causa forem das que dizem ser crentes, que vão todos os Domingos à missa, que comungam...



Enfim!

E depois são capazes de afirmar convictamente: "Ah e tal! Sou uma santa. Todos os Domingos vou à missa rezar. Já não consigo deixar de frequentar a Igreja por que blá, blá, blá... Ah e também sou capaz de "ajudar" o próximo por que blá,blá, blá... e todas as pessoas são amáveis e... blá, blá, blá... Mas as crianças portam-se tão mal na Igreja que blá,blá, blá... Isto é uma pouca vergonha e blá, blá, blá... ".


[O que acho mais interessante desta conversa toda é o blá, blá, blá... O resto não interessa por que quem diz isso quer somente afirmar-se como santo por que blá, blá, blá. Pessoas deste calibre não têm a plena consciência do que são ou do que demonstram aos outros a respeito da sua personalidade já de si tão fraca e demente!]




Um conselho meu para este tipo de gente maioritariamente feminina:


"Ah e tal o catano!


1.) A sra. não é uma santa. Se fosse, não estava aqui a falar comigo nesta altura!


2.) Se diz que vai todos os Domingos à missa, problema seu! Não tenho nada a ver com isso e muito menos quero saber do que a sra. faz todos primeiros dias da semana. É livre para arranjar passatempos/actividades (universidade sénior era o mais aconselhável para si, mas isso é consigo).

3.) Eu sei perfeitamente bem qual a verdadeira razão da sra. já não conseguir deixar de frequentar a Igreja todos os dias D. (cá entre nós todos os PRIMEIROS Domingos do mês, se for):

- não tem mais nada para fazer;

- sente um enorme prazer em visualizar com os seus olhos (já) míopes (com as Cataratas do Niágara a fazerem furor nas suas reduzidíssimas órbitas oculares) a indumentária dos outros por que ou tem inveja do que os mesmos vestem ou não sabe vestir-se adequadamente SEMPRE QUE (DIZ QUE) VAI À MISSA TODOS OS DOMINGOS ("aldra!"; tirosaaaaaa) e não deixa de ter inveja dos outros ou ainda por que as anteriores opções já se esgotaram há muito e quer apenas armar-se em parva e ter tema de conversa para os próximos dias, até chegar o próximo Domingo (será daí a um mês?!?)

- tem incluídas todas as anteriores razões que supra referi (se a sra. não sabe o que significa a palavra supra, aconselho-a vivamente a consultar um dicionário de gramática ou mesmo de Língua Portuguesa e arranajava concerteza mais um passatempo para si: a leitura. Far-lhe-ia muito melhor do que andar a espetar os olhos (já) míopes no que não deve). Parabéns! A sra. acabou de ganhar a pilita de ouro para "a-melhor-performance-de-estar-sossegada-em-casa-a-coser-peúgas-fedorentas-e-cuecas XXXL-e-a-conversar-com-os-buracos-que-as-gajas-têm".


4.) Capaz de ajudar o próximo... Tem razão... Tem toda a razão... É capaz de ajudar o próximo par de peúgas ou de cuecas XXXL a ficar sem buraquito, se ficar em casa (há que manter a reputação e o prestígio do prémio pilita de ouro. De certeza que a sra. não haveria de gostar que o seu bom nome fosse substituído... [Chuac!])

5.)Todas as pessoas são amáveis.... Bem, se considerar as peúgas e as cuecas XXXL como pessoas... ;)

6.) As crianças portam-se tão mal na Igreja... Pois... Realmente comportam-se como... crianças. Mas é engraçado. Eu não vi uma única criança a queixar-se que a sra. esteva a fazer barulho durante toda a celebração. Também não vi o padre a dar qualquer tipo de reprimenda às crianças que estavam tranquilamente a conversar entre si. E mais engraçado, SE VAI TODOS OS (PRIMEIROS) DOMINGOS (DO MÊS) À MISSA (acho que é mais isso), já devia estar habituada ao chinfrim que as crianças fazem durante uma hora seguida em plena Igreja. Para além de que, depois de comungar, devia confessar-se novamente para que no PRÓXIMO (PRIMEIRO) DOMINGO (DO MÊS) pudesse comungar outra vez. É que afirmar que é uma pouca vergonha as crianças estarem a portar-se mal (quando a sra. o fez ao longo de todo o tempo em que esteve na Igreja) após receber a hóstia, não é de bom tom. Não é de quem pratica o bem todos os dias (ou será que a sra. só é cristã quando está a receber a comunhão?!? Deixa de o ser todos os dias da semana e só o é quando vai à missa?!?)



Se a maioria das pessoas que conhecem está incluída neste tipo de pessoas que se considera "santa", fujam! Mas fujam mesmo. Elas cospem muito, começam a babar-se sem mais nem menos e a proferir inadvertidamente roufenhices esquisitas. Com o tempo, começam a claudicar e perguntar aos transeuntes: "És a minha mãe?!?". Por isso, fujam! Mas fujam mesmo. ;)



No "Batzado" de ontem, tal excepção não fugiu à regra dos tradicionais sacramentos da Igreja Católica. O falatório ensurdecedor das "santinhas" prevaleceu. A minha sorte foi ter ignorado (em parte) o parlapiê das sras. que se encontravam no banco atrás do meu. Mas não deixou de incomodar. Felizmente, a cerimónia baptismal terminou sem que houvesse "luta livre". Sessão de corte e costura encerrada por tempo indeterminado. ♥



Após a cerimónia, seguiu-se o momento alto do "Batzado": os comes e bebes. Tão bom. Tão bom. Tão boooooooommmmm... (a parte dos comes nem por isso - somente uma coisa ou outra. Agora a parte das "vuvidas", isso sim... Isso é que é falar!).


Enquanto esperava pela petiz (já "batzada") e pela sua família, estive com a minha a torrar à sombra, sob um sol abrasador capaz de pegar fogo aos neurónios mais sensíveis (os meus não que são firmes e hirtos como uma barra de ferro!).

Eis senão quando avisto 2 "formosas beldades" em trajes cutchie-cutchie-estalo-por que-são-vaidosas-como-a-m£rd@-e-têm-a-mania-que-os-cágados-praticam-Bungee Jumpimg-para-além-de-que-os-ditos-cujos-assentavam-lhes-como-uma-luva-semelhante-a-uns-quantos-sacos-de-batatas. Confesso que se cada uma tivesse usado uns quantos sacos de plástico pretos de 120 L fariam furor. Assim, daquela maneira, até o inexistente roedor (mas que até foi referido durante a comezaina) ofuscou as señoritas-"pandam"-que-deveriam-ter-um-tratamento-gratuito-de-estalado-terapia-nas-fuças-como-se-não-houvesse-amanhã. A sério! Para "vocemecês", pirsooooosaaaaasssss, ofereço-vos a pilita de ouro para "murconas-que-deviam-de-levar-com-bolas-de-trapo-na-feira-de-Castro-durante-o-ano-inteiro-até-largarem-o-trapito-todooooooo". Tão queques que até enojam... Sinceramente, prefiro pastéis de nata. Não me dou com queques... Provocam-me náuseas. Loool...


Resumindo isto tudo- 2 pilitas de ouro oferecidas:

1ª. - sra. "santa" que devia ganhar coragem no lombo para ficar em casa a coser os buracos das peúgas fedorentas e as cuecas XXXL que possui;

2ª. - beldades "blhac!" que deviam ter dois palmos de testa nos olhos. Por que sim!


[uiiiii.... Sou má... Muito má... Frasquinho de veneno em carne e osso... Weeeeee. Aplausos para mim, pf!♥ ]

From this moment...


()
_________________________
Tem de ser...
Necessito disso...
[more than anything...]
Só assim conseguirei seguir em frente e voltar a ser EU...
com o Bá.
Quer dizer, já somos.
Mas não quero ter medo.
Never again.
Ajudas-me, Bá?!?
[Eu sei que sim!
tu estás sempre ao meu lado
quando mais necessito.
Amo-te por seres quem és.
O meu companheiro das viagens intermináveis.
O meu EU doce e meigo.
O meu ar respirável.
Aquele que me mostra o CAMINHO.
E tutti frutti. Luvvv U Bá!]

Tenho...



... andado ausente do meu "cantinho especial";




... estado mais frita do que o habitual

[o calor tem ajudado - e muito -

para que o meu estado psíquico

ande nas lonas nos últimos dias];






... desejado desesperadamente


para que o fim-de-semana chegue


o mais rapidamente possível


para que o meu dolce fare niente interior


actue em toda sua plenitude,


na companhia do meu Bá.






... sonhado com o nosso lugar encantado.


[O meu e o teu, Bá! ;)]


Em breve pisaremos esse solo sagrado para nós.


Em breve! :)








Sim...



"(...)tu estás aí e eu, aqui, também estou aí.
Existimos no mesmo sítio sem esforço.
Aquilo que somos mistura-se.
Os nossos corpos só podem ser vistos pelos nossos olhos.
Os outros olham para os nossos corpos
com a mesma falta de verdade com que os espelhos nos reflectem.
Tu és aquilo que sei sobre a ternura.
Tu és tudo aquilo que sei.
Mesmo quando não estavas lá, mesmo quando eu não estava lá,
aprendíamos o suficiente para o instante em que nos encontrámos.(...)"


click daqui




Bá:

estamos juntos há mais de 7 anos; casados há 6... Apesar da nossa personalidade vincada e teimosa, aturamo-nos todos os dias, todos estes anos.


Por tudo o que já passámos, por tudo o que iremos ainda passar, AmO-tE... que os nossos fritanços enquanto casal perdurem no tempo e no espaço. És o meu melhor amigo, o meu confidente, aquele que consegue aturar o meu mau feitio, rir descaradamente quando digo algo que não tem qualquer tipo de piada. Sorrir quando a vida corre menos bem. AmO-tE... ;)







"(...) Eu sei que entendes o que não sei dizer.

Repito: eu sei que entendes o que não sei dizer.

Essa certeza é feita de vento.

Eu e tu somos esse vento.

Não apenas um pedaço do vento dentro do vento,

somos o vento todo.

Escuta,
ouve.

Amor.

Amor.


[José Luís Peixoto

in Jornal de Letras (Junho, 2010)]

Happy birthday, my luv!

click daqui

Hoje é o teu dia, Bá!

O teu dia!!!!

{o nosso será daqui a 2! hehehe!}

Que o teu dia seja passado comigo... ;)

Que continues a ser quem és...

... Com os teus defeitos e as tuas virtudes (que são imensaaaas)...

[8 anos de amor, alegrias e tristezas - momentos únicos, inesquecíveis! Ah... como te conheço!]

Parabéns meu amor! [esta noite há festa, da rija!]...

Luv u!!!! ;)

Xo xo G.G. (Lélé)


Ode ao Luv da minha frita vida...


{Nunca são as coisas mais simples
que aparecem quando as esperamos.
O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos,
não se encontra
no curso previsível da vida.}





{Porém, se nos distraímos do calendário,
ou se o acaso dos passos
nos empurrou
para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras.

Nada do que se espera
transforma
o que somos se não for isso:
um desvio no olhar;


ou a mão que se demora
no teu ombro,

forçando uma aproximação dos lábios.}


[Nuno Júdice in Poesias Reunidas.]
Xo xo G.G. (Lélé)
_____________________________
E sabem tão bem esses beijos, Bá!
S-a-b-e-m m-e-s-m-o b-e-m!!! ;)

{Life = Giant Wheel… Weeeee}

imagem do google


A vida é semelhante a uma roda gigante: às vezes estamos em cima; outras vezes em baixo. Numa altura estás feliz; noutra triste. Num determinado momento estás assustado/a, noutro sentes a adrenalina à flor da pele. Quando te apercebes que a viagem terminou, e segues em frente, voltas a sentir o bichinho de dar mais uma voltinha na roda. Pagas bilhete e retomas a jornada. Mas desta vez o pulsar da caminhada será diferente da primeira. Vais sentir todos os momentos de uma forma positiva e viver mais intensamente a tua vida.

Xo xo G.G. (Lélé)

[Bang, bang!!!]

Click meu



Entre silêncios e murmúrios,




diante dos que mais amava,

inconsistências dos seus devaneios,
submetendo-se aos seus obscuros prazeres,
preparou a alma.
abriu o espelho da vida,
repudiando o seu lado inocente,
outrora conselheiro, ouviu(-se)
um ruído sonoro e amigável.

._____.____.


E retirou-se. Sobressaltado. Assustado. Com o coração a bater a mil. Sentiu-se aliviado por ter feito o que fez.



Disparado para a Fábrica de Letras

Do you...?

click daqui




[E cumpriste a promessa, Bá!!! ;) ]


[E eu cumpri a minha!!! ]


£ vamos manter-nos assim... Com os nossos votos diários... [Sabe bem... Sabes bem... e adoro-te por isso... e amo-te por seres como és... o meu Bá!!!]
Xo xo G.G. (Lélé)

One day...


click daqui

Pergunta decisiva: Quando?

[em breve, suponho!]

Talvez

quando esta parede

que me cerca estiver

a torrar-me a paciência!

____

Depois de derrubada [com o aríete]

construo uma ponte! :)

Xo xo G.G. (Lélé)

Paint with all colors of the wind...




[(...) You think the only people who are people
Are the people who look and think like you?
But if you walk the footsteps of a stranger
You'll learn things you never knew
you never knew (...)]



E hoje apeteceu-me pintar...

Não por ter queda natural para a pintura, mas por ansiar ter uma tela na minha vida.

[By myself, by other people in my life .]

Aos poucos, vou construindo o quadro da minha essência. Da essência de todos aqueles que me rodeiam. [black, white or copper skinned people. LuV u all, my friends. Luv U all.]

[Com todas as cores que o vento tem.]


[(...) For whether we are white or copper skinned
We need to sing with all the voices of the mountains
We need to paint with all the colors of the wind (...)]
Pocahontas

click da net

Xo xo G.G. (Lélé)










No title 1#







[Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida

tão concreta e definida

como outra coisa qualquer (...)]








[Eles não sabem, nem sonham,

que o sonho comanda a vida,

que sempre que um homem sonha

o mundo pula e avança

como bola colorida

entre as mãos de uma criança.]


António Gedeão (Pedra Filosofal)





Pois é... "Eles" não sabem que o sonho é tanta coisa por que a "bola colorida" que outrora seguraram nas mãos escapou-se-lhes por entre os dedos. Para sempre. Sem aviso prévio. Sem despedidas. Por isso, decidem agarrar-se ao objecto redondo ou oval do próximo (dependendo do seu formato - é à escolha do freguês!) e tomá-lo como propriedade sua. E isto irrita-me. Solenemente. Palavra de honra. Aqui não há partilhas, generosidade, amizade. Apenas inveja. I-n-v-e-j-a. Apenas o desejo de possuir o que o outro tem. Nada mais. O sonho parece fazer parte desta possessão.





Tenho assistido a

"tesourinhos deprimentes"

deste género day by day. E isso entristece-me. Muito.



Façam-me um favor (please!):

comprem muitas bolas coloridas e joguem uns com os outros.

[Como Amigos. Como Irmãos.]


Sonhem com o (im)possível mas façam do vosso sonho uma realidade VOSSA.

Não deixem que os vossos sonhos vos sejam surripiados.

E sejam felizes!!!!




Xo xo G.G. (Lélé)

Sessão de cinema #1

Weeeeee!!!!

Ontem foi noite de cinema... ;)



Eclipse!!!! A-d-o-r-e-i!!! Lindo... Fantástico!!!
Estive duplamente acompanhada: com os meus maconzinhos do coração (adoro-vos!) e com os actores da saga twilight... Taaaaão bom!!!! (bora outra vez?!?)...








[Our love would be forever
And if we died
We died together
And I
I said never
Cause our love would be forever]

Museeeeee!!!! ;)
Xo xo G.G. (Lélé)

Leave out all the rest...





(...)Pretending

Someone else can come

and save me from myself

I can’t be who you are

[I can’t be who you are ]

__________________

Pois desengane-se todo aquele que queira que eu seja outro alguém...

[Serei eu mesma

quer queiram quer não.

Tenho dito.]

Venham mais noites como a de hoje...

De uma assentada... ;)




(...)And don’t resent me

And when you’re feeling

empty

Keep me in your

memory

[Leave out all the rest]

LP lyric

Xo xo G.G. (Lélé)

{click do Sandromalinowski}

Midnight Summer’s dream with my friends [Macons]






click daqui


(...)
Memory
All alone in the moonlight
I can smile at the old days
I was beautiful then
I remember the time I knew what happiness was
Let the memory live again

(...)




______________________________________



A
A noite
A noite de
A noite de ontem
A noite de ontem foi
A noite de ontem foi excepcional...

Oh yeah!








Jantarada




com




alguns




AMIGOS




do




peito…




[at our place]








Os Macons do costume




marcaram presença na janta




{claro! Comer e beber à "borlix" faz parte do ritual m@cónico




– sou mesmo "tirosa"… todos ajudam com o que podem!

E niguém é obrigado a nickles!

Apenas a sua presença é imprescidível... J}…




O meu Bá esmerou-se na comezaina (como sempre!).
E até inventou a bebida da infame congregação:
a Maconarinha (semelhante à Caipirinha mas contendo
mais qualquer coisa alcóolica - secreta e macónica) ;)



A próxima saída dos macons está agendada para a estreia do filme Eclipse (30/06). Mais uma midnight summer's dream with my friends [Macons e com orgulho]... ;)

Por isso:

Carol

Carlos

Ricardo [my lover]

e

Eduardo*

Sandro*

* membros macons que fazem parte da congregação mas que não puderam estar presentes no dinner of maconaria por motivos de força maior...

Preparai-vos: o último dia deste mês (em princípio) será bombástico {e memorável}... Tsamina mina eh eh Waka waka eh,eh



______________________________




(...)
Daylight
I must wait for the sunrise
I must think of a new life
And I musn't give in
When the dawn comes
Tonight will be a memory too
And a new day will begin
(...)


(...)
Touch me
It's so easy to leave me
All alone with the memory
Of my days in the sun
If you touch me
You'll understand what happiness is.


[Andrew Lloyd Webber. Cats.]
Xo xo G.G. (Lélé)

O Comboio da vida…

Há algum tempo atrás li um livro que comparava a vida a uma viagem de comboio. Uma leitura extremamente interessante, quando bem interpretada... A vida não é mais que uma viagem de comboio. Repleta de embarques e desembarques, salpicada por acidentes, surpresas agradáveis em algumas estações e profundas tristezas noutras.



Ao nascer, entramos no comboio e encontramo-nos com algumas pessoas que acreditamos... estarão sempre connosco durante a viagem: os nossos PAIS.




Lamentavelmente, a verdade é outra. Eles sairão numa qualquer estação deixando-nos órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Apesar disso, nada impede que integrem a viagem outras pessoas que serão muito especiais para nós. Chegam os nossos irmãos, amigos e... esses deslumbrantes amores.




Entre todas as pessoas que apanham o comboio, também haverá quem o faça como um simples passeio. Alguns só encontrarão tristeza na viagem... Outros haverá que, circulando pelo comboio, estarão sempre prontos a ajudar quem precisa. Muitos, quando descem do comboio, deixam uma permanente saudade... Alguns passam tão despercebidos que nem reparámos que desocuparam o lugar.




Às vezes, é curioso constatar que alguns passageiros, que nos são tão queridos, se instalam noutras carruagens, diferentes da nossa. Temos que continuar o trajecto separados deles mas, nada nos impede que, durante a viagem, percorramos a nossa carruagem com alguma dificuldade e cheguemos até eles... o que é lamentável é que já não possamos sentar-nos ao seu lado, por estar outra pessoa a ocupar o lugar.




Não importa, a viagem faz-se deste modo: cheia de desafios, sonhos, fantasias, esperas e despedidas... mas nunca de retornos.
Então, façamos esta viagem da melhor maneira possível... trate de nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando, em cada um, o seu melhor. Recordemos sempre que, em algum ponto do trajecto, eles poderão hesitar ou vacilar e, provavelmente, vamos precisar de os entender... como nós também vacilamos muitas vezes... haverá sempre alguém que nos compreenda.




Por fim, o grande mistério é que nunca saberemos em que estação termina a nossa viagem e, muito menos, onde sairão os nossos companheiros, nem mesmo aqueles que estão sentados ao nosso lado. Fico a pensar se, quando sair do comboio, sentirei nostalgia... acredito que sim.




Separar-me de alguns amigos com quem fiz a viagem será, certamente, doloroso. Deixar que os meus filhos sigam sozinhos será muito triste mas, agarro-me à esperança de que, em algum momento, chegarei à estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram. O que me fará feliz será pensar que colaborei para que a sua bagagem crescesse e se tornasse valiosa.

Meu amigo, façamos com que a nossa permanência neste comboio seja tranquila e, acima de tudo que possamos, no seu terminus, ter consciência de que valeu a pena. Esforcemo-nos para que, quando chegar o momento de desembarcar, o nosso lugar vazio deixe saudades e lindas recordações a todos os que prosseguem a viagem. A todos os que integram o meu comboio, desejo... uma viagem feliz!

Autor desconhecido

[imagens da net]

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E hoje viajo... por terras imaginárias. Em busca do meu passageiro chamado EGO (ele esconde-se de vez em quando!). Sem ele não consigo prosseguir no comboio da vida. Não consigo interagir com os outros passageiros/futuros amigos/futuros desconhecidos. Não sou EU. Por isso, necessito de ti, my EGO. [Tens essa noção.]

ઇઉ

Xo xo G.G. (Lélé)

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